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6 dicas para aprender a pensar em inglês

Tempo de leitura: 3 minutosVocê já deve ter ouvido por aí que, para aprender inglês de verdade, é preciso, antes de mais nada, aprender a pensar em inglês. A princípio, parece um conselho meio complicado – afinal, como a gente simplesmente começa a pensar em um determinado idioma? A gente não tem uma chavinha de liga/desliga no nosso cérebro, certo?

Certo (ou pelo menos, temos quase certeza: vai que você é um robô lendo a gente agora). Mas olha só: quando você aprendeu português, com certeza isso aconteceu naturalmente. O português passou a ser sua língua nativa não apenas porque você se esforçou para isso, estudando na escola, e sim porque todo mundo ao seu redor falava português com você. Sua exposição ao idioma construiu o português dentro do seu cérebro.

Para aprender a pensar em inglês, o processo é parecido. Você precisa, sim, fazer um esforcinho consciente para ele fazer cada vez mais parte da sua vida. Pense no idioma como um músculo: quanto mais você exercitá-lo, mais fácil vai ser na hora de usar pra valer. Temos seis dicas de como fazer isso no seu dia a dia, no seu tempo:

1) Deixe o medo e a vergonha de lado!

Você já sabe disso, mas vamos recapitular: aprender leva tempo e dedicação. Então, não adianta ter vergonha de como você fala ou escreve quando está começando a estudar. Você pode e deve aprender com seus erros de inglês. E sabe do que mais? Várias pesquisas indicam que traduzir o inglês ao pé da letra do inglês é uma das causas de erros mais comuns no idioma. Ou seja: pare de traduzir tudo e erre menos!

2) Faça uma imersão no idioma todo dia (com coisas que você ama)

Não basta ver a série, ouvir a música, ler artigos e livros: tem que internalizar. Ouvir com atenção os personagens, a estrutura das frases, a forma que eles falam; tudo isso faz diferença, sim, no seu aprendizado e convívio com o idioma. É interessante pensar em como o inglês se manifesta no que você ama. Pode ser em pequenas doses ao longo do dia ou por horas sem interrupção: o importante é ter essa imersão.

3) Mude pequenos hábitos

Que tal incluir a língua inglesa em áreas da sua vida que são automaticamente conectadas ao português? Em vez de deixar suas redes sociais na sua língua nativa, você pode trocar o idioma para ver como palavras do seu dia a dia são usadas em inglês. Mesma coisa com o seu celular, por exemplo. Você também pode passar a anotar sua lista de tarefas em inglês, ou começar um diário contando um pouco sobre seu dia. Parecem coisas pequenas, mas é assim que a língua passa a fazer parte da rotina: entrando até nos menores detalhes da sua vida.

4) Fale sozinho

Não, não precisa achar que é coisa de maluco. Na verdade, é bem comum para quem estuda inglês. Quanto mais vocabulário você tiver, mais prazer vai sentir em construir frases sem ajuda. Pense numa situação hipotética e comece a falar! Imagine diálogos que você teria com outras pessoas, coisas que gostaria de dizer… É uma experiência que dá fluidez à fala justamente porque não tem ninguém por perto para corrigir. Só tome cuidado para não começar seu discurso imaginário do Nobel da Paz bem quando a vizinha estiver passando, ok?

5) Anote todas as dúvidas

Uma dica complementar à anterior: se enquanto você estiver conversando consigo mesmo (ou escrevendo, ou ouvindo música) e pintar uma dúvida, anote para checar depois, quando puder. Se sua dúvida for de vocabulário, procure a definição da palavra em um dicionário monolíngue, ou seja, de apenas um idioma, inglês-inglês. Você aprende uma palavra nova e exercita seu vocabulário para entender o sentido daquela expressão!

6) Converse com nativos e pessoas de outros países

A experiência de falar com pessoas ao redor do mundo não é apenas uma forma de treinar seu inglês; pode também ser um jeito incrível de aprender mais sobre a cultura de outro país. Conversando em tempo real não dá tempo para traduzir palavra a palavra, ou seja, seu cérebro se força, de um jeito bom, a se adaptar à conversa e ao seu interlocutor.

 

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Fonte: English Live

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